Aroldo Torquato Verissímo de Almeida (Brutão).

 

Caros leitores da REVISTA EREMBÊ (erembê um tipo de rede usada pelos Índios ARIKEME em 1909 entre os rios Jamari e Massangana).

Devo confessar que a calorosa acolhida que a revista teve no seu primeiro ano on-line nos surpreendeu bastante, sendo um veículo de comunicação destinado a um público específico, a princípio, mas que no decorrer dos meses mostrou ser uma mídia multifacetária que agradou sobremodo as pessoas ligadas ao agrobusiness. E, é com orgulho do dever cumprido que queremos brindar nossos leitores este ano com matérias especiais sobre um dos setores mais forte da economia nacional: O mundo do cavalo genericamente falando. O mercado da eqüinocultura movimenta quase 8 bilhões de reais por anos, e cria a cada ano milhares de postos de trabalhos, estamos perto dos 4 milhões de empregos diretos e indiretos. Trata-se de uma atividade econômica e social com dimensões inimaginadas que acaba de colocar o Brasil entre os três maiores rebanho de eqüinos do mundo. Esperamos que 2014 seja de muito sal-no-cocho para o homem do campo e que os conflitos agrários não sejam mais um fardo nas costas de uma “gente” que vive “aperiada” com a mediocridade política desse país continental. Não há mister de dizer aqui que, muita lama podre deve, de fato, derramar agora que o governo do “Santo Lula” “passé” como diria um francês menos polido com as coisas de “Sorbonne”. Dói-me os ossos pensar que para uma “ruma de idiotas” os únicos produtos de exportação que o Brasil tem, são as novelas e o futebol. Vê-se que as novelas agem como uma doença degenerativa no seio da família brasileira e que a mulher perde a cada dia sua função social de mantenedora da família, sendo exibida como um mero objeto de beleza e desejo. A mulher brasileira, c’est bien plus que, o papel aviltante apresentado por uma “Jéssica global” criado por um autor que pelo idiotismo em seu texto – não poderia escrever outra coisa, se não novelas. E, Tudo isso ambientado sobre o falso pretexto de conscientizar as pessoas da importância de respeitar o direito do outro. Mas, o que se vê, na verdade, é a proliferação da ideia de que tudo é permitido "descambando" para a perversão e imoralidade. Bom lembrar que a "traição" que outrora era crime segundo o Código Civil no seu Art. 240, agora é banalizada e quem não comete adultério não é "machão".

Não posso esquecer-me de comentar da tragédia dominical comandada por um “Golias global” que diz tantas bobagens ao logo do Domingão, que faria qualquer surdo perder o gosto do “ouvir” se assim lhe fosse permitido. Temos a nítida sensação de que ao se passar por maior apresentador da televisão 

"tanto no pessoal como no profissional" ele nos faz parecer  bobos! As estrelas globais parecem fazer parte de uma constelação da qual o resto dos mortais, nem em seus mais locos devaneios poderiam habitar.

Chego a ter uma hematidrose, ao ver tantos guys na Tv. Essa geração verá beijos entre homens com o “sol quente” que não chocarão, nem o mais ortodoxo dos pais. Ademais, alguém dirá que tudo isso é apenas “la diversité da société”. A TV cria ídolos do futebol, e em seguida os devolvem às suas comunidades de origem num misto de drogas e bandidismo. Já àqueles que realmente trabalham para o desenvolvimento da ciência e da tecnologia, restam só à morte e o esquecimento coisas tão comuns na biografia dos grandes gênios da humanidade. Quem se lembrará de Marcos Pontes? O astronauta brasileiro! Contudo, de Gabriela Duarte ninguém esquecerá! Será que ela teve de estudar muito e fazer “laboratório” p’ra realizar algo tão inútil.

De resto, cabe-me mencionar que 2014 será um ano de “arrancar pica-pau do oco” para quem trabalha. Será preciso saber “mexer o doce” para não ser engolido pela “truppe” da D. Dilma. Importante, é válido ressaltar que telhado de vidro todo mundo tem, mas cocho coberto são poucos. Portanto, antes de levantar as mãos no “brete” se deve saber que o crescimento sustentável depende da cooperação todos, ou como disse Bertold Brecht não sejam analfabetos políticos, pois as postitutas e os políticos vigaristas nascem do comodismo e da falta de idéias.